Eu demorei para entender que meditar não era apenas parar, fechar os olhos e tentar silenciar a mente. No começo, eu achava que meditar significava simplesmente ficar quieto. Com o tempo, porém, comecei a perceber que havia algo mais profundo acontecendo quando eu permanecia em silêncio.

Comecei a perceber que meditar era entrar na própria ordem cósmica. Eu comecei a reconhecer que existia uma ordem cósmica acontecendo continuamente em toda a criação e que eu também fazia parte dessa ordem. Meditar, então, passou a significar aprender a participar conscientemente dessa ordem que já estava acontecendo.

Essa compreensão começou quando eu passei a observar a natureza.

Quanto mais eu olhava para a natureza, mais percebia que todas as coisas do universo já estavam vivendo dentro do ritmo dessa ordem. As coisas aconteciam sem depender dos meus pensamentos. A vida continuava acontecendo sem depender das minhas decisões.

Eu podia observar a natureza e perceber nela uma força, uma ordem e uma lógica que não eram produzidas por mim.

Foi observando isso que comecei a compreender que eu também poderia entrar em sintonia com essa força que está por trás do universo.

Eu não queria apenas ouvir alguém falar sobre Deus.

Eu queria conhecer a Deus por dentro.

Eu queria conhecer diretamente essa força que governa o universo. Eu queria experimentar na minha própria vida a paz que eu percebia na natureza. Eu queria descobrir o que acontecia comigo quando eu realmente permanecia em sintonia com essa ordem.

Foi assim que comecei a entender que a meditação estava diretamente ligada à minha conexão com a ordem cósmica.

Depois de compreender isso, comecei a procurar uma maneira de praticar. Eu queria experimentar essa conexão através da meditação, e foi então que comecei a treinar.

Meu treinamento começou observando e imitando coisas da natureza. Eu podia pensar em uma árvore, em uma rocha ou em outras formas simples de existência natural. Eu procurava observar como elas simplesmente permaneciam sendo aquilo que eram.

Foi fazendo isso que uma das primeiras coisas que aprendi foi simplesmente ser natural.

Comecei a treinar a naturalidade de uma rocha.

Sentei-me e procurei permanecer como uma rocha. Eu não queria apenas imaginar uma rocha. Eu queria me tornar uma rocha.

Quando eu me sentava como uma rocha, procurava simplesmente ficar ali. Eu não precisava me apressar para terminar a meditação. Eu não precisava correr atrás dos meus pensamentos. Eu não precisava fazer alguma coisa acontecer.

Eu apenas permanecia sentado.

Com o tempo, comecei a perceber o que significava, para mim, meditar como uma rocha.

A rocha permanece no mesmo lugar durante muito tempo. Ela não tem pressa. Ela não precisa chegar a outro lugar. Ela simplesmente permanece.

Comecei então a levar essa mesma atitude para a minha meditação.

Eu permanecia sentado.

Eu sentia o meu coração batendo.

Eu deixava o tempo passar sem tentar apressar aquele momento.

Quanto mais eu permanecia assim, mais fácil ficava deixar a pressa de lado.

Eu não precisava pensar no que faria depois.

Eu não precisava pensar no que tinha acontecido antes.

Naquele momento, eu precisava apenas permanecer sentado, quieto e presente.

Foi assim que meditar como uma rocha começou a ganhar um significado muito simples para mim: permanecer no lugar, permanecer no momento presente e não ter pressa de chegar a outro momento.

Meu trabalho na meditação, então, não era conseguir alguma coisa extraordinária.

Meu trabalho era aprender a ser.

Eu precisava simplesmente ser.

Era isso que eu via na rocha, e era isso que eu procurava imitar.

Depois de algum tempo, percebi que meus pensamentos continuavam aparecendo. Quando eles começavam a me incomodar, eu procurava voltar suavemente minha atenção para o coração batendo dentro do meu corpo.

Eu sentia novamente a minha respiração.

Eu percebia o ar entrando.

Eu percebia o ar saindo.

Depois, prestava atenção aos batimentos do meu coração e deixava os pensamentos perderem espaço.

Eu não precisava lutar contra os pensamentos.

Eu não precisava expulsar os pensamentos.

Eu não precisava vencer os pensamentos.

Eu apenas retirava minha atenção dos pensamentos e levava minha atenção para aquilo que estava acontecendo dentro do meu próprio corpo.

Enquanto escutava os batimentos do meu coração, eu me lembrava de que Deus estava trabalhando em mim naquele mesmo instante.

Eu não precisava fazer meu coração bater.

Eu não precisava controlar minha respiração a cada segundo.

Eu não precisava sustentar sozinho a vida que acontecia dentro de mim.

Deus fazia meu coração bater.

Deus sustentava a vida que acontecia dentro de mim.

Essa lembrança começou a mudar a maneira como eu permanecia sentado.

Quando eu prestava atenção aos batimentos do meu coração, eu também me lembrava da ordem cósmica que estava agindo em todo o universo.

O mesmo Deus que fazia meu coração bater também sustentava a ordem da vida ao meu redor.

Foi então que comecei a unir essas duas coisas dentro da minha prática: eu sentia o coração, eu sentia a respiração e me lembrava de Deus. Ao mesmo tempo, eu me lembrava de que Deus também estava sustentando a ordem de toda a vida ao meu redor.

Por isso, quando meus pensamentos voltavam a me incomodar, eu retornava ao meu coração.

Eu retornava à minha respiração.

Eu retornava à lembrança de Deus.

Eu apenas permanecia ali, observando o trabalho de Deus acontecer dentro de mim e ao meu redor.

Foi assim que comecei a perceber uma mudança.

Toda vez que eu me lembrava de Deus, eu encontrava paz.

Toda vez que eu me lembrava da ordem cósmica, eu encontrava paz.

Sempre que algum pensamento me incomodava, eu voltava às batidas do meu coração, lembrava-me de Deus e, então, ficava em paz.

Pouco a pouco, comecei a permanecer em paz dentro do meu próprio coração.

Foi nessa paz que comecei a observar a vida de outra maneira.

Eu observava a vida acontecendo sem sentir que precisava organizar tudo. Eu observava a vida acontecendo sem sentir que precisava decidir como cada coisa deveria acontecer.

Comecei a confiar que Deus estava cuidando de tudo.

Por causa dessa confiança, naquele momento de paz, eu não precisava fazer planos para aquilo que ainda não havia acontecido.

Eu também não precisava julgar imediatamente aquilo que estava acontecendo diante de mim.

Eu podia simplesmente permanecer ali, em paz, enquanto Deus fazia o seu trabalho e cuidava de todo o universo.

Foi assim que comecei a entender que a paz do coração também significava parar de tentar controlar cada coisa e permanecer diante de Deus com confiança.

Essa compreensão foi ficando mais profunda à medida que eu permanecia nessa paz.

Quanto mais eu permanecia, mais eu compreendia uma ideia que antes parecia difícil para mim: existia uma paz ainda mais profunda, uma paz do espírito diante da qual todos os problemas perdiam sua força.

Quando comecei a experimentar essa paz, eu percebi que não precisava acrescentar nada.

Eu apenas permanecia em completa paz como uma rocha.

Eu apenas era uma rocha.

Foi nesse permanecer que comecei a perceber algo ainda mais profundo sobre a meditação.

Eu percebi que essa meditação de apenas ser estava antes dos meus pensamentos, antes das minhas felicidades e antes dos meus sofrimentos.

Ela não dependia de eu estar sentindo felicidade.

Ela não dependia de eu estar sentindo sofrimento.

Ela não dependia de eu estar pensando alguma coisa específica.

Ela simplesmente estava ali.

Para mim, essa paz inabalável de uma rocha era a verdadeira paz de Deus.

Essa paz começou a crescer em mim.

Ela começou a se tornar a paz de uma montanha.

Eu queria que essa paz se tornasse uma base sólida sobre a qual eu pudesse construir toda a minha vida.

A paz absoluta de um rocha começou a se tornar, para mim, essa base sólida para que toda a vida pudesse acontecer.

E aquilo que eu havia descoberto na paz da rocha não era algo forçado.

Pelo contrário.

Era voltar a ser natural.

Foi nesse ponto que comecei a compreender que ser natural também significava aprender a aceitar tudo aquilo que fazia parte da minha vida.

Essa compreensão não significava que eu precisava gostar de tudo.

Eu apenas comecei a perceber que eu podia viver cada experiência sem precisar brigar com ela o tempo inteiro.

Quando alguma coisa me dava prazer, eu podia sentir esse prazer sem tentar segurá-lo para sempre.

Quando alguma coisa me entristecia, eu podia sentir essa tristeza sem precisar fugir imediatamente dela.

Eu podia aceitar aquilo que eu gostava.

Eu podia aceitar aquilo que eu não gostava.

Eu podia aceitar os momentos que me alegravam.

Eu podia aceitar os momentos que me entristeciam.

Isso não significava que eu precisava gostar de tudo o que acontecia comigo.

Também não significava que eu precisava concordar com tudo o que acontecia comigo.

Significava apenas que eu não precisava passar o tempo inteiro brigando com Deus e tentando expulsar da minha vida aquilo que me incomodava.

Comecei a perceber que a vida trazia prazer e tristeza.

A vida trazia alegria e sofrimento.

Eu não podia escolher apenas aquilo que me agradava e exigir que todo o restante desaparecesse.

Quando algo desagradável acontecia, eu podia reconhecer que aquilo estava acontecendo.

Eu podia sentir aquilo que aquilo provocava em mim.

Eu podia continuar firme.

Eu não precisava transformar aquele momento em uma luta contra a própria vida.

Eu não precisava transformar aquele momento em uma guerra com Deus.

Foi assim que comecei a entender que permanecer em paz não significava ter uma vida sem tristeza.

Permanecer em paz significava aprender a permanecer confiante em Deus mesmo quando a vida trazia coisas que eu não queria.

Eu precisava permanecer em paz sem tentar eliminar tudo aquilo que me incomodava.

Eu precisava aprender a continuar diante de Deus mesmo quando alguma coisa não acontecia da maneira que eu gostaria.

Quando comecei a viver dessa maneira, percebi que a forma como eu olhava para a minha própria vida também estava mudando.

Eu já não precisava colocar toda a minha atenção em mim mesmo.

Eu já não precisava colocar toda a minha atenção nas minhas vontades.

Eu já não precisava colocar toda a minha atenção naquilo que estava acontecendo comigo.

Eu podia voltar meu olhar para Deus.

Eu podia voltar meu olhar para o Ser.

Foi nesse ponto da minha caminhada que comecei a compreender melhor a vida através de uma flor.

Eu olhava para uma flor e percebia que ela não precisava parar para explicar por que estava florescendo.

A flor simplesmente florescia.

Essa imagem começou a me ajudar a perceber que também podia existir em mim esse florescimento natural.

Eu não precisava transformar cada experiência em uma explicação.

Eu não precisava entender tudo antes de continuar vivendo.

Eu precisava aprender a permanecer aberto ao que estava acontecendo e continuar voltando meu olhar para Deus.

Assim como a flor simplesmente floresce, eu também podia aprender a viver sem tentar controlar cada parte da minha experiência, eu podia simplesmente viver sem ter que prestar contas a ninguém.

Eu podia permanecer presente.

Eu podia permanecer confiante em Deus.

Eu podia deixar a vida acontecer.

Foi assim que comecei a compreender que a verdadeira paz não significava fazer desaparecer todos os problemas.

Eu ainda teria problemas.

Eu ainda teria momentos de tristeza.

Eu ainda encontraria coisas que não queria.

Mas eu podia permanecer sobre uma base mais tranquila.

Essa compreensão me levou naturalmente a outra parte da minha prática: a oração.

Foi nesse momento que comecei a compreender a oração de outra maneira.

Eu percebi que, se realmente queria aprender a permanecer em paz e confiar em Deus, a oração não poderia ser uma tentativa de exigir que a vida acontecesse de outra maneira.

Eu não precisava usar a oração para pedir que Deus mudasse aquilo que eu não aceitava.

Eu não precisava pedir que Deus retirasse da minha vida tudo aquilo que me incomodava.

Eu não precisava pedir que Deus fizesse tudo acontecer de acordo com as minhas vontades.

Se eu dizia confiar em Deus, precisava também aprender a permanecer diante de Deus quando as coisas não aconteciam como eu queria.

Foi assim que a oração começou a significar outra coisa para mim.

A oração passou a ser uma maneira de permanecer diante de Deus, sem tentar controlar Deus e sem tentar controlar aquilo que Deus estava permitindo que acontecesse.

Na oração, eu não precisava apresentar uma lista de coisas que queria que mudassem.

Eu podia simplesmente permanecer diante de Deus.

Eu podia permanecer em silêncio.

Eu podia permanecer confiante.

Eu podia permanecer em paz.

Quanto mais eu praticava dessa maneira, mais comecei a compreender que, nesse sentido, a oração unia céu e terra.

Eu permanecia diante de Deus sem tentar separar a minha vida da presença de Deus.

Eu não precisava procurar outro lugar para encontrar Deus.

Eu podia permanecer diante de Deus exatamente onde eu estava.

E foi nesse permanecer que comecei a perceber que precisava cada vez menos de palavras.

As palavras podiam existir no começo.

As palavras podiam me ajudar a chegar até aquele momento.

Mas as palavras não precisavam permanecer para sempre.

Eu comecei a compreender isso pensando em alguém que está caminhando para um destino. Enquanto a pessoa ainda está a caminho, ela continua caminhando. Quando chega ao destino, ela para.

Da mesma maneira, comecei a perceber que a oração também podia chegar a um ponto em que eu não precisava mais dizer nada.

Eu não precisava pedir.

Eu não precisava explicar.

Eu não precisava tentar convencer Deus de nada.

Eu simplesmente permanecia diante de Deus.

As palavras desapareciam.

E, quando as palavras desapareciam, permaneciam apenas a presença de Deus e a paz de permanecer diante dessa presença.

Nesse momento, apenas Deus está presente.

Eu posso manter meu espírito na paz.

Eu posso permanecer na calma desse silêncio diante de Deus.

Eu posso me esvaziar completamente e não acrescentar mais nada.

Foi também dessa maneira que comecei a compreender a importância de deixar a mente quieta durante a paz.

Eu não precisava escolher quais pensamentos eram bons e quais pensamentos eram ruins.

Eu precisava aprender a permanecer em silêncio.

Eu precisava deixar o coração silencioso.

Eu precisava deixar de alimentar qualquer pensamento que surgisse.

Até mesmo um pensamento positivo poderia ser deixado de lado quando o objetivo daquele momento era simplesmente permanecer em silêncio.

Não se tratava de lutar contra a mente.

Eu não precisava lutar contra nenhum pensamento.

Tratava-se de não acrescentar mais nada.

Foi nesse ponto que descobri algo que parecia muito simples, mas que para mim também se tornou muito profundo: descansar.

Eu podia permanecer em repouso.

Eu podia relaxar.

Eu podia descansar profundamente nesse silêncio.

Eu podia permanecer quieto.

Eu podia permanecer em paz.

Eu não precisava fazer mais nada.

Quando olhei para tudo aquilo que havia aprendido até então, percebi que toda a prática me conduzia novamente ao mesmo ponto.

Eu precisava aprender a ser.

Eu havia aprendido com a rocha a permanecer.

Eu havia aprendido com o coração a voltar para aquilo que estava acontecendo dentro de mim.

Eu havia aprendido com a lembrança de Deus a permanecer em confiança.

Eu havia aprendido com a flor que eu podia simplesmente florescer sem precisar explicar tudo.

E, depois de tudo isso, eu retornava ao mesmo lugar.

Eu retornava ao silêncio.

Eu retornava à paz.

Eu retornava à presença de Deus.

Foi então que comecei a compreender que a transformação que eu procurava não consistia em me tornar outra pessoa.

Eu comecei a perceber que essa transformação consistia em voltar a ser quem eu era quando um bebê. Não no sentido de voltar a uma época da vida ou deixar de crescer fisicamente, mas de reencontrar uma condição mais natural da mente, antes que tantas coisas fossem se acumulando dentro de mim e começassem a interferir na maneira como eu vivia.

Eu percebia que, ao longo da vida, muitas coisas haviam se acumulado em mim: pensamentos, desejos, medos, preocupações, maneiras de reagir e formas de enxergar a vida. Por isso, voltar a ser como um bebê significava, para mim, limpar pouco a pouco aquilo que havia se acumulado e permitir que aquilo que já estava presente em mim pudesse aparecer novamente.

Isso não significava que eu deveria parar de crescer espiritualmente.

Pelo contrário.

Eu precisava continuar meu desenvolvimento espiritual.

Eu precisava trabalhar em mim mesmo.

Eu precisava ir além das minhas possibilidades atuais, não para me afastar de quem eu era, mas para retirar aquilo que havia se acumulado em mim e, através desse trabalho, me reencontrar.

Foi assim que comecei a entender que crescer espiritualmente e voltar a ser natural não eram coisas opostas. Eu podia continuar me desenvolvendo espiritualmente enquanto, ao mesmo tempo, limpava aquilo que havia se acumulado em mim. Na verdade, a limpeza era o verdadeiro trabalho espiritual.

Esse trabalho de limpeza poderia ser lento. Poderia exigir disciplina. Poderia exigir uma vida inteira de prática espiritual. Mas eu comecei a compreender que, pouco a pouco, esse trabalho poderia me permitir redescobrir uma beleza e uma saúde que já estavam presentes em mim.

Quando olho para o caminho que percorri, percebo que, no começo, eu pensava que precisava encontrar alguma coisa distante.

Depois, comecei a perceber que precisava aprender a permanecer.

Eu precisava aprender a estar presente.

Eu precisava aprender a respirar.

Eu precisava aprender a ficar em silêncio.

Eu precisava aprender a lembrar de Deus.

Eu precisava aprender a descansar.

E quanto mais eu aprendia a simplesmente ser natural, mais compreendia uma coisa que passou a acompanhar toda a minha prática.

Eu comecei a perceber que uma pessoa pacífica não precisa procurar uma morada de Deus fora de si mesma.

Uma pessoa pacífica já pode ser, em si mesma, uma morada de Deus.

A rocha me ensinou a permanecer.

A respiração me ensinou a voltar.

O coração me ensinou a perceber a vida acontecendo dentro de mim.

A lembrança de Deus me ensinou a confiar.

A flor me ensinou a florescer sem precisar explicar tudo.

E o silêncio me ensinou a não acrescentar mais nada.

No final, eu percebi que todas essas coisas me conduziam novamente ao mesmo lugar.

Quando eu chegava àquela paz de uma rocha, eu não precisava acrescentar mais nada.

Eu apenas permanecia.

Eu apenas descansava.

Eu apenas permanecia diante de Deus.

Eu apenas permanecia em paz absoluta.

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Este ensinamento também pode ser vivido através da música. A canção abaixo transforma a ideia apresentada neste texto em uma experiência para ouvir, refletir e guardar no coração. Depois de compreender o ensinamento, permita-se ouvir a música com calma e perceber como ela apresenta o mesmo princípio de uma maneira diferente.

🔍 Assuntos abordados neste artigo:

  • Meditação e presença: A meditação ajuda a desenvolver presença, atenção e silêncio interior, permitindo permanecer no momento presente com mais tranquilidade.
  • Paz e sofrimento: A busca pelo fim do sofrimento passa pela paz interior, pela aceitação das experiências e pela capacidade de permanecer em paz mesmo diante da tristeza.
  • Deus e confiança: A confiança em Deus, a oração e a entrega ajudam a abandonar a tentativa de controlar tudo e a encontrar uma relação mais tranquila com a vida.
  • Desenvolvimento espiritual: O desenvolvimento espiritual envolve aceitação, autoconhecimento, calma e o retorno a uma maneira mais natural de viver.